as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

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um vídeo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia. #39

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Em tempos escrevi aqui que um anúncio da Coca-Cola é sempre um anúncio da Coca-Cola. Reformulo, sem perder o misto de cliché com verdade la paliciana: todo o marketing da Coca-Cola é sempre uma lição de marketing. É ver este exemplo, recente e em solo nacional, que foi hoje publicado.

E mais podia dizer. Mas, não digo. Porquê? Porque posso.

[ “Carteira da Rivalidade”, por Coca-Cola ]

Written by Cláudio Vieira Alves

27/11/2011 at 18:29

laico é a tua tia, pá.

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Caricatura de Papa Bento XVI

Caricatura de Papa Bento XVI

Obrigatório ver o balanço económico e o impacto social desta visita papal — demoníacamente cara — aqui.

Written by Cláudio Vieira Alves

11/05/2010 at 18:59

um vídeo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia. #19

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Intimamente gostamos de acreditar que este País é quente. A adjectivação utilizada — e perfeita para decorar as traseiras de um panfleto turístico português — é qualquer coisa como: Portugal é um país amenamente tropical. Como se, numa mesma frase, as duas palavras, distintas e únicas, pudessem conviver bem uma com a outra. Porém, se compararmos as médias de temperaturas nacionais com as restantes Europeias, não nos saímos nada mal com o termostato que nos equiparam. Mas, ainda assim, sentimos frio. Caraças!, se sentimos. E, de todo, estamos longe das temperaturas tropicais ou das águas quentes paradisíacas com que a Agência Abreu costuma decorar as suas montras.

Na realidade, a maioria das casas — claro que esquecendo as modernices dos pisos irradiantes — não escapam ao frio que faz lá fora. E deixam-no entrar fazendo com que,  invariavelmente, se acabe por desejar um aquecimento global sem grandes consequências ambientais mas, por outro lado, consequentemente agradável para o guarda-roupa. E depois existe ainda a humidade, essa, que anda de mão dada com este frio. Sabemo-lo bem. Aliás, até sabemos pronunciar “humidade”. No entanto, provavelmente, nunca gastamos tantas vezes a palavra até que ela perdesse a sua forma fonética. Nem nunca o fizemos porque não é um drama que nos toque tantas vezes como o faz com esta senhora.

[ Vídeo: “A Humidade”, por Senhora-que-tem-muita-ómidade.]

Written by Cláudio Vieira Alves

19/02/2010 at 19:57

portugal insiste em ser uma casa a arder.

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«O risco de o país voltar a arder como em 2003 ou 2005 é cada vez maior.», via Público

Written by Cláudio Vieira Alves

02/06/2009 at 18:47

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