as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

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jobs, o homem que sabia demasiado e pensava diferente.

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Steve Jobs (1955-2011)

Para mim: assinalável como revolucionário na abordagem ao mundo digital, principal inspirador da evolução tecnológica, notável criativo na renovação do marketing e a minha principal referência como vendedor de emoções.

Provavelmente, nem sempre o soubemos — e é o tempo que tratará de levar o seu impacto na história até aos livros —, mas Steve Jobs foi um desses homens que, por pensar diferente, mudou o mundo.

[ Vídeo: “Think different”, anúncio da Apple Computers de 1997 ]

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Written by Cláudio Vieira Alves

06/10/2011 at 01:13

pior a emenda que o cianeto.

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Nunca pensei em virar-me para o empreendedorismo funerário por um simples motivo: eventualmente sei que seria o principal cliente de mim mesmo.

Written by Cláudio Vieira Alves

24/02/2011 at 12:52

Publicado em instantâneas

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estado de negação de um ponto sem retorno.

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Não há flores que cheguem para sepultar o tempo que já queimei.

Written by Cláudio Vieira Alves

23/01/2010 at 15:21

a solidão dói, corrói e choca. pior que a morte.

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«Um emigrante português morreu, há dois anos, em sua casa, nos arredores de Paris. Mas só na passada segunda-feira foi encontrado.», via Público

Written by Cláudio Vieira Alves

16/10/2009 at 16:32

Publicado em notícias

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a voz, a expressão, a criatividade — o artista.

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Raul Solnado e as suas histórias são, desde há muitos anos e para mim, audição obrigatória. Um velho hábito que passou da geração dos meus Avós e chegou até mim, ainda em formato vinil, pelos meus Pais. Um património de humor nacional a que, aprendi cedo, era impossível ficar-se indiferente.

Raul Solnado (1929-2009)

Raul Solnado (1929-2009)

Foi, já no formato digital, que apresentei as suas histórias a tantos outros e, até em grupo, partilhei viagens com a companhia das suas histórias.  Histórias que num registo de fantasia humorística e, apenas com uma voz, apaixonavam nas pausas, na imitação da pronúncia rural e na criação de expressões que, ainda hoje, utilizo.

Raul Solnado, em diversas fases da sua vida, produziu muito na sua vida. Foi, como artista, fiel ao seu estilo, à sua paixão e à sua visão. Foi, em si mesmo, valioso.

As histórias eram de um tempo em que o stand-up nem existia como conceito stand-up e o humor non-sense acompanhado de um olhar crítico à sociedade era vedado pela censura.

Raul lutou contra esse tempo. E esse tempo não volta mais. É triste, mas nem o Solnado.

Written by Cláudio Vieira Alves

08/08/2009 at 16:22

michael jackson, o rei da pop dançável.

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Acaba de morrer, de ataque cardíaco, com 50 anos de idade, o aclamado Rei da Pop. Era, para mim, mais do que um rei: o criador do melhor pop dançável. Genial e criativo, principalmente, pelas pinceladas de funk que, em discos como o Thriller (o álbum mais vendido de sempre na história da música), por nele se encontra.

Pertenço a toda a uma geração ocidental que com Michael Jackson despertou. Miúdos que, ao ouvi-lo, dançaram e cantaram as primeiras músicas de raízes R&B. Recordo e reconheço, sem grande esforço de memória, a marcante campanha publicitária da Pepsi. Foi assim que, para mim, foi possível receber as primeiras cassetes e posters do ex-miúdo-que-tinha-vindo-dos-Jackson-5. Ainda tenho, algures, o poster com um Dangerous dourado gravado.

Michael Jackson.

Michael Jackson.

Construíu, acima de tudo, e para lá das complicações mediáticas: bons discos. E é assim que, totalmente alheio ao provável oportunismo que irá aparecer nos próximos dias, o recordarei. Como o nome forte do catálogo da Motown Records. Nas suas raízes expostas numa linguagem musical que, miúdo ou jovem, me fazem sorrir. Na sua dança característica que era composta por mais do que a sua clássica moonwalk. Na sua encenação, digna de bom cinema, nos espectáculos e nos tele-discos onde se revelava, igualmente, inventivo. E, claro, na sua voz.

[ Vídeo: “Billie Jean”, ao vivo, por Michael Jackson ]

Michael Jackson revelou-se, apesar da sua pop de origens soul, transversal a todos os quadrantes musicais. Foi, provavelmente, por esse motivo, que vários lhe prestaram tributos, ainda em vida. Ficaram duas distintas homenagens — que me são, especialmente, sensíveis — de muitas. Chris Cornell e Miles Davis com, dois temas de ThrillerBillie Jean e Human Nature, respectivamente.

[ Vídeo: “Billie Jean”, ao vivo, por Chris Cornell ]

[ Vídeo: “Human Nature”, ao vivo, por Miles Davis ]

Written by Cláudio Vieira Alves

25/06/2009 at 23:25

Publicado em música, notícias, vídeo

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