as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

Archive for the ‘publicado por iPhone’ Category

e bricolage pode ser sexy. ponto final.

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Nunca um homem saberá o que é sentir-se um homem até que tenha o seu primeiro berbequim — esta foi a primeira justificação que inventei para quando me perguntou porque comprei um berbequim, em vez de ter pedido emprestado. Retorqui que sim, fazia sentido, eu tinha que ter a minha primeira mala de ferramentas.

Não. A desculpa não colou.
As mulheres, já se sabe, não entendem destas coisas.

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Written by Cláudio Vieira Alves

28/03/2010 at 04:15

o porta-chaves abre-se por dentro e por fora.

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E duas tão simples (como novas) chaves carregam, fora de si, um peso de mudança.

Written by Cláudio Vieira Alves

23/03/2010 at 17:52

mau-feitio é isto e nada mais.

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Ele: Tu hoje não estás com boa cara. Dormiste pouco?

Eu: (silêncio)

Ele: Oh. Tu hoje não estás lá muito católico?

Eu: E quê?! Nem muito, nem pouco. Mas, por acaso, alguma vez estive?

Written by Cláudio Vieira Alves

08/03/2010 at 23:14

trapezista offline.

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Por muitas voltas e malabarismos que dê, a realidade é que não sou suficientemente audaz para me arriscar a ficar sem rede.

Written by Cláudio Vieira Alves

08/03/2010 at 11:55

e nunca confundi o júlio machado vaz com o papa bento xvi.

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Em plena discussão teológica, e depois de esgrimidos todos os argumentos, ela atira-me uma frase acendalha. Daquelas frases às quais se responde antes sequer de nos permitirmos a aplicar qualquer filtro social, quanto mais, o do politicamente correcto.

(…)

Eu: Mas, e a ver se eu percebo, o que raio tem deus que ver com isso?

Ela: Olha, não sei. Mas, eu sou mesmo assim.

Eu: Assim, como?

Ela: Muito, muito, muito religiosa. Mas: não praticante… Católica.

Eu: Faz sentido. É como eu. Também sou muito religioso, apesar de pouco praticante.

Ela: Tu? Onde?

Eu: Na parte do preferir as virgens.

Written by Cláudio Vieira Alves

03/03/2010 at 20:16

e a cor é a impressão digital de uma cidade.

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Para quem vive no Porto, admitir que o cinzento de Lisboa é absolutamente deslavado é pêra doce.

Written by Cláudio Vieira Alves

24/02/2010 at 20:27

uma casa inacabada vira pré-fabricado com medidas de desejo.

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Tenho a casa encaixotada, mas todas as memórias ainda por guardar.

Written by Cláudio Vieira Alves

11/02/2010 at 00:53

Publicado em instantâneas, publicado por iPhone

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