as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

o inglês e uma loja de conveniência em londres.

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Percebi que o meu inglês é tão mau quanto o de eventuais interlocutores que possa encontrar numa loja de conveniência em Londres. Percebi-o quando tentava comprar pensos rápidos para umas feridas nos pés e, utilizando a marca registada pela Johnsons & Johnsons como “band-aid“, vi negado o conhecimento desse termo pelo meu destinatário da comunicação. Algures, num género de diálogo, o inglês perdeu-se de tal forma que, depois de ter explicado as utilidades do dito penso-rápido que pretendia adquirir, o marroquino da loja de conveniência acenava que tinha comprendido o que eu pretendia comprar, posteriormente apontando os frascos de vaselina que estavam expostos na prateleira junto ao tabaco e aos preservativos.

No meio disto tudo, e ao sair da loja sem ter comprado coisa nenhuma, acabei por me lembrar dos anúncios da EF International Language Centers e dessa coisa de se viver a língua.

[ Vídeo: “Live the language – London”, por EF International Language Centers ]

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Written by Cláudio Vieira Alves

16/03/2011 às 03:12

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