as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

Archive for Fevereiro 2011

quer sentir-se velho? pergunte-me como. ou arrisque aqui mesmo.

leave a comment »

São várias as teorias no que respeita às escolhas dos elementos a incluir na capa de um disco. A maioria das editoras defende que um disco que tenha, na capa, uma fotografia dos artistas vende sempre mais do que a utilização de desenhos, quadros ou fotografias que não associe caras dos músicos/compositores à música que ali é editada. Contudo, felizmente, nem sempre assim o é — e é por isso que a diversidade de capas acaba por constituir objecto de estudo para melómanos e permite revestir a música num pacote visual e estético que atrai, ou afasta, o ouvinte. Ainda, muitas das vezes, as pessoas que aparecem nas capas dos discos são anónimos cujo paradeiro, ou relação com a música empacotada com a sua cara, nem sempre é de âmbito público.

Dois exemplos de capas com desconhecidos são dois discos que remontam ao início dos anos 90: a capa do icónico segundo disco de grunge dos Nirvana, “Nevermind“, com a fotografia do bebé que ameaça ser pescado por um dólar americano (1991); e as miúdas-irmãs abraçadas e agarradas na capa do segundo disco de originais dos The Smashing Pumpkins, “Siamese Dream” (1993). Curiosamente, dois discos produzidos pelo mesmo Butch Vig — que é, para além de um importante produtor, conhecido como baterista dos Garbage —, mas cujas capas foram encomendadas a diferentes artistas e pensadas, com abordagens diferentes, pelos respectivos vocalistas de cada uma destas bandas.

Capas dos discos: "Siamese Dream" e "Nevermind"

Como são hoje estas crianças que deram a cara? Spencer Alden, o bebé do “Nevermind”, hoje é um adolescente. E a criança direita na capa de “Siamese Dream”, Nicole Fiorentino, acabou este ano por integrar os The Smashing Pumpkins como baixista (sim, leram bem, a miúda Nicole da capa do segundo disco dos The Smashing Pumpkins é, hoje, baixista da banda que Billy Corgan insiste em estilhaçar).

E, sim, há imagens actuais deles:

Nicole e Spencer, os miúdos das capas dos discos "Siamese Dream" e "Nevermind"

Nicole e Spencer, os miúdos das capas dos discos "Siamese Dream" e "Nevermind"

Ora, e agora: sentem-se velhos, ou não? Eu avisei.

Written by Cláudio Vieira Alves

28/02/2011 at 08:12

o que tem em comum a feira da vandoma com a muzak?

leave a comment »

Os sábados — nenhum outro dia não útil é, para mim, tão útil como os sábados. E, em todos os outros dias ficam postos de escuta por correr e os tantos discos por comprar.

Written by Cláudio Vieira Alves

26/02/2011 at 15:12

Publicado em fotografia, música, porto

Tagged with , , , , ,

um vídeo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia. #35

leave a comment »

Ainda no rescaldo da notícia do lançamento do longa-duração d’Os Velhos, para este ano, foi lançado o teledisco do primeiro single: Senhora do Monte. Com realização de Luís Monge a edição do teledisco foi da responsabilidade da banda.

Meus caros: temos rock’n’roll. Aqui, temos rock’n’roll.

[ Vídeo: “Senhora do Monte”, por Os Velhos ]

Written by Cláudio Vieira Alves

25/02/2011 at 13:23

já nem sei: ou ele era a multidão, ou a multidão é que era dele.

leave a comment »

Written by Cláudio Vieira Alves

24/02/2011 at 23:12

Publicado em fotografia, instantâneas

Tagged with , , ,

pior a emenda que o cianeto.

with 5 comments

Nunca pensei em virar-me para o empreendedorismo funerário por um simples motivo: eventualmente sei que seria o principal cliente de mim mesmo.

Written by Cláudio Vieira Alves

24/02/2011 at 12:52

Publicado em instantâneas

Tagged with , ,

grande casa num espaço pequeno.

leave a comment »

Este ano, na competição dos melhores edifícios do Mundo (da ArchDaily), foram 3 os edifícios no Porto que foram premiados: na categoria de arquitectura institucional a sede da Vodafone, na categoria de Hóteis e Restaurantes o bar da FAUP; e, na categoria de interiores, a Closet House.

Leio, religiosamente, o blogue A minha alegre casinha precisamente porque aprecio ver as experiências de domótica, iluminação, audiovisual, arquitectura e decoração que se faz com uma criatividade que ultrapasse, inclusive, dimensões reduzidas. Quando, há uns tempos, me deparei com o trabalho da Consexto fiquei curioso por este mercado de casas pequenas, modulares, que se transformam em diferentes espaços — experiências engraçadas que, no YouTube, se descobre estarem a ser feitas pelo mundo fora. No entanto, esta Closet House, que a Consexto desenvolveu, é um excelente exemplo de uma casa que de pequena só tem a área.

É espreitar o vídeo.

[ Vídeo: “Closet House”, por Consexto ]

Written by Cláudio Vieira Alves

23/02/2011 at 09:06

ter muita pinta é isto e nada mais.

with 2 comments

Tanto que — se o mundo se divide entre: os que preferem gatos; ou os que preferem cães — eu não tenho grandes dúvidas que tomo o lado da pintas, do guardião do rio ou da ritta.

Written by Cláudio Vieira Alves

22/02/2011 at 06:55