as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

um vídeo por dia, nem sabe o bem que lhe fazia. #10

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Sou, definitiva e assumidamente, apaixonado pela secção rítmica. Seja de uma banda rock, pop, banda filarmónica ou orquestra sinfónica. Em adição, e relativamente a atmosferas sonoras, sou empenhado em acompanhar os graves de uma música. É a equalização com prioridade a baixos que, regra geral, escolho — desde o auto-rádio aos leitores de mp3 e, regra geral, é o principal motivo que condiciona a escolha dos meus auriculares.

Assumo este gosto pela secção rítmica. E se, para o leitor habitual, é evidente o meu gosto pela bateria terei, também, de reconhecer que gostava de saber tocar baixo. O baixo, como instrumento não é, de todo e/ou necessariamente, a ferramenta para um som preenchido. Nem estabelece, apenas, a ponte entre a bateria e a harmonia. É, em belíssimos casos, precisamente, o baixo que constrói toda a melodia e harmonia e dá as ordens à percussão para manter vivo o ritmo que do baixo escapa. Jaco Pastorius é um dos nomes-âncora do jazz de fusão e um excelente exemplo para esta perspectiva.  Para quem tocava assim (bem demais), morreu cedo demais. Ficaram os vídeos e os álbuns. Bons. Como, por exemplo, o que se segue —  e onde é acompanhado por John Scofield e Kenwood Dennard.

[ Vídeo: “The Chicken”, por Jaco Pastorius, John Scofield e Kenwood Dennard ]

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Written by Cláudio Vieira Alves

02/12/2009 às 16:35

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