as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

rock, música independente, boa, portuguesa e deus. ou: isto anda tudo ligado?

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Nem de propósito.

Escrevi e entreguei no início do mês um artigo, também, sobre a FlorCaveira e a nova música portuguesa. Este artigo será, a seu tempo, publicado numa nova revista ibérica que está na calha e que chegará, gratuitamente, à mão de alguma da população da Península Ibérica. E, nessa altura, aqui publicado na íntegra.

Mas, como dizia, e voltando ao tema deste rápido post: nem de propósito. No 30 minutos de ontem, na RTP, Tiago “Guillul” Cavaco foi — apesar de com algumas imprecisões à mistura —, exposto. Recomendo, ao leitor mais interessado nesta temática da nova música independente portuguesa, que veja aqui (13-10-2009, aos 18’30”) esse programa.

Já agora, e como tenho afirmado por todo o lado aos estimados amigos que confiam nas minhas sugestões musicais, é urgente ouvir-se o último álbum de originais de Tiago Guillul — é, provavelmente, em Portugal, uma das obras mais apaixonantes e criativas na linha pós-Variações. O álbum chama-se “IV” e está à venda na FNAC ou no site da editora.

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Written by Cláudio Vieira Alves

14/10/2009 às 22:29

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