as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

«quem me leva os meus fantasmas?»

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Na ressaca de (mais) uma vitória de Rui Rio, com maioria absoluta, para a Câmara Municipal do Porto preparo-me para os próximos 4 anos onde, sei de antemão, a cidade continuará a ser retalhada. E os exemplos somam-se.

Por exemplo, sobre a venda do Teatro Sá da Bandeira, e não só, Catarina Martins (deputada do Bloco de Esquerda pelo círculo do Porto) escreve um artigo que vale a pena ler aqui.

«Uma coisa parece certa; uma cidade que perde os equipamentos culturais, que despreza os seus criadores e esconde a sua identidade, por muitos hotéis que construa, nunca atrairá ninguém. O caminho que tem sido trilhado, esta planeada degradação do património em nome de um brilhante futuro de negócios privados, constrói a cada dia uma cidade deserta. De quantos hotéis precisa uma cidade fantasma?», Catarina Martins

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Written by Cláudio Vieira Alves

12/10/2009 às 13:24

Publicado em porto

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