as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

quando foi que decidimos confundir a frieza do betão com antipatia urbana?

with 2 comments

Disparo, velozmente, um sincero “boa tarde” à senhora desconhecida do elevador. Faço-o, (ir)reflectidamente, numa mistura de protocolo social experimentado das vendas, com bons hábitos e sentimentos altruístas. Quando saio no piso 3 — o piso que é meu só de nome — ouço a criança perguntar à Mãe: «Quem é o senhor?».

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Written by Cláudio Vieira Alves

23/09/2009 às 19:09

2 Respostas

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  1. Correndo o risco de fazer de “advogado do diabo”… O português não tem muito o hábito dessas “pequenas” saudações entre desconhecidos… A não ser que esteja numa aldeia ou num elevador em Salou. 😉

    Pedro VIlas-Boas

    24/09/2009 at 23:58

    • No misto de aldeia com tímida paisagem urbana reside a beleza do Porto. Não deveríamos importar os maus hábitos da capital.


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