as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

é como pedir “com licença!” quando se rasga um papel.

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Encontrar dois amantes envergonhados, enfiados num café central de uma cidade pequena como o Porto, a tentarem manter clandestina a existência das suas perturbações sentimentais. Ou ter um Presidente da República calado, à sombra do argumento de não desejar interferir na campanha eleitoral, escondendo aquele que poderá ser um dos principais motivos para fazer dele (de longe) o pior PR da história da democracia portuguesa.

É.

Desajustado, inútil e — em última análise — absurdo.

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Written by Cláudio Vieira Alves

23/09/2009 às 15:12

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