as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

avante com a festa — merecedora desse nome.

with one comment

A Festa do Avante! não é só a festa política do PCP, nem um festival de música portuguesa. Nem é tão pouco um arraial. O Avante! é — e já o escrevi em 2005 — uma diversidade cultural de eventos, pessoas e sensações que dá gozo conhecer e viver. É a festa da, e para a, gente. Um mar de humanidade que, se por vezes esmaga e incomoda, também sorri e troca histórias e conversas entre experiências de gastronomia nacional. São conversas de quem, sente-se na honestidade do sorriso, ama viver e que narra, muitos na primeira pessoa, as histórias desta nossa terra. A Quinta da Atalaia vira um pequeno mundo de convivência perfeita que devia durar mais de 3 dias.

As gentes e a Festa do Avante! (foto de nfcastro)

As gentes e a Festa do Avante! (foto de nfcastro)

Desde que fui à Festa — passa quase uma década em que apesar de tantas mudanças— não falto um ano. Foram, em alguns anos, as minhas únicas (e, ainda assim, felizes) férias. Este ano, nos dias 4, 5 e 6 de Setembro, naturalmente que por lá andarei. E a esse respeito, já agora, espreite-se um pouco das minhas escolhas musicais pessoais no vasto programa invejável e no qual encontro sempre dificuldades em repartir-me. É que o programa da música — como uma cereja no topo do bolo que é o Avante! —, tal como nos anos anteriores, permite aos participantes encerrar o Verão com a melhor celebração possível, apresentando muitas propostas para esse efeito.

Palco 25 de Abril

Auditório 1.º de Maio

Repito: escolhas musicais pessoais. Estes são apenas alguns dos espectáculos que decorrem em dois, os principais, de muitos palcos espalhados pelo recinto. A somar ao AvanTeatro, ao Espaço Internacional, aos Cafés-Concerto, Exposições, Feira do Disco, Feira do Livro, Feira de Artesanato, etc.

Díficil é, garanto-vos, conseguir ver e estar presente em tudo. Toda a informação (oficial) aqui.

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Written by Cláudio Vieira Alves

31/08/2009 às 23:45

Uma resposta

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  1. «A Quinta da Atalaia vira um pequeno mundo de convivência perfeita que devia durar mais de 3 dias.» – É mesmo isso! Na minha concepção é exactamente um micromundo limitado no tempo e no espaço onde ainda podemos ser idealistas.

    Devia durar mais de 3dias… certo, mas a continuidade levanta a questão da (real) viabilidade…

    cristina

    01/09/2009 at 01:19


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