as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

eu seria ainda mais feminista se o salário fosse maior.

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Perante uma dinâmica de grupo com 6 candidatos. 15 minutos para resolver uma prova: o típico caso do barqueiro.

Apesar de algumas vozes sobrepostas uma das candidatas, dotada da voz mais histérica, insiste em roubar o tempo. Corridos 10 minutos, sente-se a necessidade de uma resolução rápida da prova – e numa corrida contra o tempo! – a candidata insiste em divergir ainda mais.

Candidata – Porque, por exemplo, o meu namorado está na Hungria e gostava que eu fosse para lá. Mas ele tem que perceber que hoje em dia as mulheres também têm a sua carreira, que já não andamos atrás deles para onde eles forem. … Eu decidi investir na minha carreira e acho que, nos tempos que correm, não me chateia entrar às 8horas e sair às 21horas, se for preciso. Tem que ser. Temos que vestir a camisola e fazer valer o nosso lugar nas empresas. Eu sempre fui assim e em qualquer trabalho que tenha sou muito dedicada.

Outros candidatos – (olhares desencontrados e ambiente tenso  perante o despropósito e nível de artificialidade da confissão.)

Eu – Agora que já deves estar cansada de te pavonear para as psicólogas, podemos prosseguir?!

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Written by Cláudio Vieira Alves

15/05/2009 às 09:00

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