as horas extraordinárias

«bem fiz em ter por necessárias as horas extraordinárias.», sérgio godinho

ventos animais, a celebração pelos mão morta.

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Os Mão Morta regressam ao Porto depois de quase 5 anos de ausência sentida. É com alegria que os recebemos no Teatro Sá da Bandeira, no dia 6 de Março, pelas 21h30min..

Mão Morta

Mão Morta

Nesta digressão actual, “Ventos Animais”, espera-se uma celebração e uma retrospectiva de carreira daquela que é, provavelmente, a banda de música portuguesa alternativa, cantada em português, que tem maior culto. Inequivocamente, este culto vem da personagem que Adolfo Luxúria Canibal veste e da poesia corrosiva que a sua voz agreste transmite. São, ainda, os mitos à volta das suas prestações que, por um lado, ameaçam e amedrontam os desconhecedores dos seus escritos, e por outro alimentam o culto à sua volta.

Actualmente, já reconhecidos do grande público mas com poucos possuidores dos seus primeiros álbuns, os Mão Morta, autores de temas clássicos como «Em Directo (Para a Teelvisão)» ou «Anarquista Duval», vão ver reeditados os seus primeiros quatro álbuns confirmando que esta banda é morta apenas de nome. Uma boa notícia para coleccionadores (como eu!) a quem falta algumas obras desta banda.

Do concerto a decorrer já na próxima sexta-feira bem como sobre a digressão, que tive oportunidade de ver arrancar com o primeiro concerto a 21 de Novembro’08 em Barcelos, recomendo a oportunidade de se juntarem à celebração de carreira daqueles que integram a história da música portuguesa, no seu lado mais obscuro e alternativo, e que se encontram na melhor forma musical, desde sempre.

:: informações ::

concerto: mão morta (c/ primeira parte de smix smox smux)

local: teatro sá da bandeira

dia: 6 de março de 2009

horas: 21h30min.

preço: € 15 a € 18

[ Vídeoclip “Budapeste”, por Mão Morta ]

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Written by Cláudio Vieira Alves

03/03/2009 às 20:15

Uma resposta

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  1. […] noite em que o porto quis ser budapeste. Adolfo Luxúria Canibal indica, a dado momento do concerto que decorreu a 6 de Março no Teatro Sá da Bandeira, que o Porto, ao contrário de Budapeste, não […]


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